Boa noite, peço desculpas antecipadas para mais uma vez dar uma relato bem
pessoal sobre a página.
Difícil definir certas situações em nossas
vidas.
Ou pelo receio de limitar esse momento ou por faltarem
palavras...
Estou passando mais uma veze essa situação.
O mais cético e conformado, me diria que a vida me impôs e que
tenho de aceitar.
Não a vida não me impôs nada, aliás, muitas vezes, eu quem imponho
situações a minha vida.
Algumas bem desconfortáveis e outras, mágicas e com sabor de
eternidade.
Já fui daqueles que buscam explicação para tudo.
Fossem os aspectos práticos e técnicos da vida.
Ou aquilo que me tocava o coração: meus sentimentos.
Somos sentimentos em profusão.
Temos seis sentidos.
Alguns têm sete, oito...
Após um grande período introspecto, em ostracismo quase
completo...
(É... Existe amor capaz disso.)
Vi que faltava mais gentileza ao meu redor.
Gentileza nas relações e nas interações.
E principalmente faltava gentileza dentro de mim, dentro de quem
amava.
Estamos sempre muito ocupados com as questões práticas da nossa
existência.
Ou procurando o motivo disso ou aquilo.
Não olhamos para nós, para o que sentimos e quando nos damos
conta... Passou.
Somos contradições, movimentos, devaneios, sentimentos,
incertezas.
Sempre preferi a dúvida às certezas.
A dúvida me alimenta, me propulsiona, motiva...
Já as certezas são muito chatas. Monótonas, pouco interessante. E
de certa forma me acomodam.
Há quem diga que precisamos delas para termos nossa zona de
conforto, nos abrigar na tormenta.
Concordo também, mas esse cantinho pode acomodar meu coração, meus
sentimentos.
"Vastas emoções e pensamentos imperfeitos."... Essa frase resume
muito sobre todos nós.
Ao menos para mim tem um grande significado, além de ser o título
de um ótimo livro.
Bem, na verdade minha intenção é dividir com vocês que colaboram
com essa página o que sinto a cada dia aqui.
Não querendo subestimar a capacidade de entendimento de vocês, mas
não têm idéia do quão é gratificante estar com vocês e, verificar a
cada post que há quem queira relações mais sinceras, mais
gentis.
Não sou religioso, não prego nenhum dogma e, tão pouco,
auto-ajuda.
Respeito todas as formas de busca por uma convivência melhor,
sim.
Mas principalmente, acredito em fazer o bem, ser honesto com meus
sentimentos, respeitar as individualidades e dividir o que tenho de
mais precioso: meus sentimentos.
Para onde eu levaria minha gentileza, meu amor, meu carinho, minha advertência, meu respeito, minha educação?
Beijos carinhosos
Lais



























Comentários